Palmito Juçara Picado - 300g

Ingredientes:

Palmito juçara picado, água, sal e acidulante ácido cítrico. NÃO CONTÉM GLÚTEN.



Nas saladas é que o palmito encontra sua maior utilização. Na forma de toletes cortados em meios ou em quartos, fatiados ou mesmo picados, enobrece os pratos. Adequado para cobertura de pizzas, é ingrediente também de recheio de empadas, empadões, pastéis, tortas frias e sopas.

Porção de 50g ( 1/4 xícara de chá )

  Quantidade por porção % VD (*)
Valor energético 15 kcal = 63 kJ 1%
Carboidratos 1,9 g 1%
Proteínas 1,4 g 2%
Sódio 375 mg 16%

"Não contém quantidade significativa de gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans e fibra alimentar".

* % Valores diários com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. ** Valores diários não estabelecidos.

O palmito tem alto valor nutritivo e poucas calorias, fibras e ainda contém cálcio, magnésio, fósforo e vitamina C além de boa quantidade de potássio.

Código do Produto: 11008
Código de Barras EAN-13: 7891031110089
Validade: 24 meses, a partir da data de fabricação desde que mantido em condições normais de estocagem. 
Embalagem: Vidro.
Quantidade em Caixa: 15 unidades.
Código de Barras DUN-14: 17891031110086
Peso Líquido: 530g
Peso Drenado: 300g
Peso Bruto: 900g
Após aberto: Manter sob-refrigeração (2° a 7°C) e consumir em até 5 dias.

O palmito juçara é, sem dúvida o mais saboroso e o melhor rendimento entre as quatro espécies utilizadas para conservas. Mas sua produção é essencialmente nativa e suas palmeiras dependem do sombreamento da mata para se desenvolver. Somente após 12 anos alcançara o porte ideal para corte e aproveitamento do palmito. A extração é manual e o único meio de transporte geralmente é o ombro  de quem faz a colheita até chegar a um local acessível a caminhões.

 

O manuseio do palmito requer cuidados desde o transporte,por sua consistência extremamente sensível. É preciso evitar batidas pois a  parte afetada oxida (escurece) determinando sua eliminação. O intervalo entre a colheita e o processamento industrial deve ser o menor possível. Logo ao chegar à fabrica o palmito e submetido as desembainha mento de suas camadas exteriores ate deixar a mostra o miolo.

 

Após esta operação é levado para o corte,em forma de toletes, com gabarito para obter tamanho uniforme. O passo seguinte é a imersão dos toletes em uma salmoura de espera, com acido cítrico. Com ela é embalado em potes de vidros. Daí vão para autoclaves,passando por um processo de adequação da textura e esterilização. O produto então esta pronto para o consumo, passando as embalagens por uma inspeção final e rotulagem.

A palmeira do qual se origina o palmito é conhecida do homem há cerca de três séculos, período em que dela se utilizou para fins diversos, como a extração de óleo, sal,  açúcar, resina, produção de vinagre, farinha e cera. A descoberta do palmito, o miolo da parte superior de algumas espécies de palmeiras, não remonta a passado tão  distante, informa a literatura a respeito do tema.

No Brasil duas espécies de palmeiras se destacaram como produtoras de palmito. A Euterpe Oleraceae, nome científico da açaí e a Euterpe Edulis, a juçara. A primeira, que predomina no Amazonas e Pará, nasce em touceiras com vários perfilhos (filhotes) originários de uma só raiz. A segunda, mais nobre, cresce espontaneamente em toda a região da Mata Atlântica e é palmeira de tronco único, que produz palmitos mais grossos e macios.A juçara já foi uma essência abundante, mas com a derrubada progressiva da mata, seu habitat natural, decresce o número de árvores, tornando mais escasso seu apreciado palmito.

As restrições legais cada vez maiores à extração da juçara, abriu mercado ao palmito da Bactris gasipaes, a pupunheira, palmeira originária das florestas tropicais da  América. Foi cultivada pelos ameríndios pré-colombianos e hoje se encontra distribuída desde Honduras até a Bolívia. Ocorre na costa atlântica das Américas Central e do Sul, até São Luiz, no Maranhão, e também ao longo da costa do Pacífico, do sul da Costa Rica até o norte do Peru. Em regiões como Pará, Acre, Rondônia, Mato Grosso e até em São Paulo começa a se dinamizar o plantio desta palmeira.

No final dos anos 90 começou a ser cultivada em Santa Catarina, com fins industriais, a Palmeira Real, originária da Austrália. A vantagem diante das espécies nativas é que pode ser plantada sem sombreamento e fica pronta para o corte entre dois anos e meio e quatro anos de idade. A desvantagem é que seu palmito é de tamanho e diâmetro muito irregular, constatam os técnicos da Hemmer.

EXTRAÇÃO

O palmito juçara é, sem dúvida o mais saboroso e o de melhor rendimento entre as quatro espécies utilizadas para conservas. Mas sua produção é essencialmente nativa e suas palmeiras dependem do sombreamento da mata para se desenvolver. Somente após sete anos está apto para o corte, sendo a idade ideal para aproveitamento em torno dos 12 anos. A extração é manual e o único meio de transporte geralmente é o ombro de quem faz a colheita, ou lombos de burro até chegar a um local acessível a camionetas ou caminhões.

A Hemmer mantém, reservas florestais em Santa Catarina e Paraná, onde pratica manejo sustentado, com cortes feitos de forma racional, sempre com reposição das palmeiras cortadas. Os projetos de extração passam pelo Ibama, órgão que fiscaliza e controla o corte de palmito juçara. Além de reflorestar, a Hemmer sempre procurou fazer o corte da árvore após a terceira frutificação. Com isso há maior aproveitamento das sementes das sementes, responsáveis pela regeneração das palmeiras e manutenção do ciclo de alimentação da fauna.

Mas a Mata Atlântica, ambiente natural do palmito juçara, sofre degradações que tornam cada vez menor a oferta e mais restritas as autorizações para utilização da  Euterpe Edulis. Já o açaí e pupunha vivem situação diversa. O primeiro viceja em várzeas e junto a rios, possibilitando o transporte em barcos. A palmeira de multiplica  em vários troncos a partir da mesma raiz (perfilhamento), o mesmo que ocorre com a pupunha. Com isso, o corte de um tronco não prejudica a planta e pode ser  repetido em anos seguintes sem necessidade de replantio.

NA INDÚSTRIA

O manuseio do palmito requer cuidados desde o transporte, por sua consistência extremamente sensível. É preciso evitar batidas pois a parte afetada oxida (escurece)  determinando sua eliminação. O intervalo entre a colheita e o processamento industrial deve ser o menor possível. Logo ao chegar à fábrica o palmito é submetido ao  desembainhamento de suas camadas exteriores até deixar à mostra o miolo.

Após esta operação é levado para corte, em forma de toletes, com gabarito para obter tamanho uniforme. O passo seguinte é a imersão dos toletes em uma salmoura  de espera, com ácido cítrico. Com este molho é embalado em latas ou potes de vidro nos quais é levado para banho-maria, onde é feita exaustão para fechamento dos recipientes. Daí vão para tachos, passando por um processo de adequação da textura e esterilização.

O palmito está pronto, então, para o consumo, mas as embalagens ainda passam por uma inspeção final que inclui aplicação de parafina protetora nas latas e,  finalmente, a rotulagem.

O processamento é praticamente o mesmo para os palmitos das diversas espécies. O juçara se destaca por apresentar rendimento maior e pela textura mais macia do  que os demais.


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