Cogumelos Inteiros - 100g

Ingredientes

Cogumelos, água, sal, acidulante ácido cítrico e antioxidante INS 223. NÃO CONTÉM GLÚTEN.



É extensa a variedade de pratos e forma de servir cogumelos. Vai de suflê aos já tradicionais e festejados molhos, passando por risotos, integrando prato de carne com legumes e sopas. É indispensável no strogonoff. Serve como aperitivo, quando a vinagrete ou frito. Também vai bem como salada, à moda chinesa.

Informações Nutricionais
Porção de 50g drenado ( 1/4 xícara de chá )

  Quantidade por porção % VD (*)
Valor energético 7 kcal = 29 kJ 0%
Carboidratos 1,2 g 0%
Proteínas 1,0 g 1%
Sódio 395 mg 16%

"Não contém quantidade significativa de gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans e fibra alimentar".

* % Valores diários com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. ** Valores diários não estabelecidos.

Nutricionamente os cogumelos constituem boa fonte alimentar. Possuem carboidratos, proteínas, vitaminas, aminoácidos e gorduras. São alimentos excelentes para dietas, porque nutrem e não engordam. Dentre os outros alimentos, os cogumelos só possuem teor de proteína menor que a soja, dentre os vegetais.

Código do Produto: 10510
Código de Barras EAN 13: 7891031105016
Validade: 12 meses, a partir da data de fabricação desde que mantido em condições normais de estocagem. 
Embalagem: Vidro.
Quantidade em Caixa: 12 ou 24 unidades.
Código de Barras DUN 14: 17891031105105
Peso Líquido: 170 g
Peso Drenado: 100 g
Peso Bruto: 354 g
Após aberto: Manter sob-refrigeração (2° a 7°C) e consumir em até 5 dias.

O termo cogumelo, em português, pode ser utilizado como um sinônimo de fungo. Os fungos constituem um grupo de seres vivos com grande diversidade de formas, cores, tamanho e são encontrados por toda a terra.

As formas mais simples e as mais fantásticas, com variações em termos de coloração e dimensões, são encontradas no mundo dos fungos. É admitida a existência de pelo menos 200 mil espécies diferentes, das quais cerca de 600 são conhecidas como comestíveis. Poucas delas, aproximadamente 20, no entanto, são utilizadas  comercialmente em todo o mundo. No Brasil, a primeira espécie cultivada foi o champignon de Paris (Agaricus bisporus) . Mas atualmente também são cultivados o  caetetuba ou cogumelo gigante (Pleurotus ostreatus) e o shiitake (Lentinus eodes).

O sabor que propicia aos pratos, sua delicadeza, dão ao cogumelo status de iguaria. O trabalhoso cultivo, a produção ainda pequena no país, e a cuidadosa industrialização, determinam seu preço.

A variedade Agaricus é a que tem maior mercado em todo o mundo, com tecnologia de cultivo e industrialização definidas. No Brasil começou a ser cultivada em 1953, por imigrantes chineses (de Taiwan), com linhagens e técnicas asiáticas. As técnicas de cultivo são complicadas, exigindo clima adequado, instalações específicas e  mão-de-obra intensiva. A preparação da semente ou micélio requer rigorosas condições de limpeza e esterilização e o preparo da compostagem para servir de alimento e  substrato para o crescimento dos cogumelos exige pelo menos 18 dias de cuidados.

A produção limitada, bem inferior à demanda, exige que a Hemmer esteja presente na região produtora no período da safra, para garantir a aquisição do disputado  cogumelo. Sem abrir mão da sua qualidade e certificando-se de que estejam dentro dos padrões exigidos pela empresa.

Na indústria, o cogumelo passa por um processamento térmico, que objetiva a inativação química para evitar escurecimento. É feito submergindo o produto em água quente, de forma controlada para manter suas características físico-organolépticas. Após resfriado, passa por nova seleção, estando pronto para o envase em vidros. Isto é feito com muita delicadeza e habilidade, para que os cogumelos fiquem dispostos de forma harmoniosa na embalagem, valorizando o visual.

No Brasil, a primeira espécie cultivada foi o champignon de Paris (Agaricus bisporus) . Mas atualmente também são cultivados o  caetetuba ou cogumelo gigante (Pleurotus ostreatus) e o shiitake (Lentinus eodes).

A variedade Agaricus é a que tem maior mercado em todo o mundo, com tecnologia de cultivo e industrialização definidas. No Brasil começou a ser cultivada em 1953, por imigrantes chineses (de Taiwan), com linhagens e técnicas asiáticas. As técnicas de cultivo são complicadas, exigindo clima adequado, instalações específicas e  mão-de-obra intensiva. A preparação da semente ou micélio requer rigorosas condições de limpeza e esterilização e o preparo da compostagem para servir de alimento e  substrato para o crescimento dos cogumelos exige pelo menos 18 dias de cuidados.

Não se sabe ao certo quantas espécies de cogumelos existem. Estima-se que há cerca de 3.500 tipos, incluindo os venenosos, os alucinógenos, os ornamentais, os comestíveis e os medicinais. Os venenosos estão em maioria, ocorrendo principalmente nas regiões do México. No Brasil, eles são mais raros. Um dos mais conhecidos é o Amanita muscarina, chamado de mata-moscas, usado para se extrair a muscarina e o LSD, substâncias que agem no sistema nervoso central e causam alucinações. Esse famoso cogumelo dos desenhos infantis, com chapéu vermelho e escamas brancas não havia sido encontrado no Brasil até 1984, quando passou a ser coletado no Estado do Paraná.

A história do cogumelo

O cogumelo tem uma longa história. Alguns estudiosos registram vestígios desse fungo num período que vai de 3.000 a 7.000 anos atrás. Na América anterior à descoberta, "cogumelos mágicos" eram empregados em cerimônias religiosas, por suas propriedades alucinógenas.

Por sua capacidade de brotar rapidamente da madeira apodrecida ou do esterco dos animais, os antigos viam no cogumelo um sinal religioso. Os egípcios acreditavam que os cogumelos eram oferenda do Deus Osíris. Os romanos pensavam que os cogumelos eram resultados dos raios lançados sobre a terra por Júpiter, durante as tempestades, o que explicaria sua "aparição mágica".

Entre os chineses, os cogumelos eram procurados nas matas para serem empregados com fins medicinais há 3.000 anos. Até 40 anos atrás, o consumo de cogumelo ainda se limitava à colheita das espécies silvestres. No mercado, custavam caro e só eram encontrados em casas especializadas.

Hoje é bem diferente. O número de plantadores cresceu muito, o preço ficou acessível e os cogumelos podem ser encontrados nas feiras e supermercados. Quem quiser aprender a cultivá-los, basta procurar sites na internet.

O aumento da produção e do consumo veio na esteira das pesquisas. Não por acaso, foram os japoneses que mais pesquisaram os cogumelos, e são eles os maiores consumidores e defensores dos seus benefícios. Estima-se que já existam mais de 30 tipos de cogumelos catalogados como tendo propriedades terapêuticas. As espécies mais consumidas e pesquisadas, e mais conhecidas entre nós são o shiitake, o Agaricus blazei e o reishi.


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